terça-feira, 21 de julho de 2009

Vagabundos transformados em heróis

Causa portanto asco e revolta que se queira levar a Opinião Pública, contra modestos policiais, em numero reduzido e que apenas procuravam restabelecer a ordem, conforme era de seu dever.

Periodicamente, constatamos na imprensa falada e escrita, observações, artigos e comentários sobre o que chamam “O Massacre de Carajás”.
Geralmente, de uma forma bastante exagerada, distorcida e tendenciosa se tecem loas aos invasores, baderneiros e perturbadores da ordem pública, e, ao mesmo tempo condenam ao inferno os defensores da Lei que La foram chamados em favor de uma população indefesa e exatamente para restabelecer a Paz pública.
Ora, os que se lembram das reportagens na ocasião do evento,constataram, inclusive através de filme, exibido, por exemplo, nos jornais que um grupo diminuto de policiais recuava enquanto uma turba malta ensandecida partia em sua direção armada de facas, facões, foices e até armas de fogo também.
Esta muito nítido no referido filme que os policiais, recuavam contìnuamente até não mais poder, em função de um paredão que barrava o recuo dos policiais. Então, o que deveriam fazer em face do obstáculo, e, tendo em vista que tinham sido chamados, no cumprimento do dever para restabelecer a ordem.
Poderiam se deixar imolar como mártires diante dos ofensores enraivecidos?
Sim, poderiam, mas isso não seria desejável por representar o sacrifício de suas vidas além de não cumprirem o seu dever funcional. Então reagiram, com os meios de que dispunham, em Legítima Defesa, diante de uma agressão atual ,iminente e injusta. Estavam também respaldados pelo Exercício Regular de Direito. Ambos os Institutos reconhecidos desde épocas imemoriais e presentes em todas as Legislações dos povos cultos.
Causa portanto asco e revolta que se queira embair a Opinião Pública, contra modestos policiais, em numero reduzido e que apenas procuravam restabelecer a ordem, conforme era de seu dever.

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